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Precisamos falar sobre Obesidade Pet

Atualizado: 8 de set. de 2022

A obesidade é uma doença crônica, que tem como característica o acúmulo excessivo de gordura corporal. Essa doença é considerada um fator de risco para uma série de outros problemas, como doenças cardiovasculares, diabetes e até mesmo câncer.

O teste PetDNA saúde detecta mutação no gene POMC, conhecido por regular o apetite e estar associado ao aumento do mesmo e à obesidade em cães.


A obesidade é uma doença crônica, que tem como característica o acúmulo excessivo de gordura corporal. Essa doença é considerada um fator de risco para uma série de outros problemas, como doenças cardiovasculares, diabetes e até mesmo câncer.


Infelizmente os nossos bichinhos não estão livres disso. Segundo A. J. German (2006), a obesidade é uma das desordens nutricionais mais comuns em pets e traz prejuízos para a saúde do animal. As principais causas naturais são fatores genéticos, raças, idade e alterações hormonais, e as causas adquiridas são sedentarismo (falta de atividade física), castração, utilização de medicamentos e consumo irresponsável de alimento.


De acordo com K. P. Aptekmann (2014), um ponto importante a ser levado em consideração é a rotina dos animais, afinal, muitos dos vícios adquiridos pelos pets são de responsabilidade dos seus tutores. Além disso, outra variável importante é o ambiente que o animal vive, pois, o espaço interfere nos hábitos, tanto comportamental, quanto alimentar.


Os animais considerados entre meia idade e mais velhos têm tendência a tornarem-se obesos à medida que envelhecem, pois normalmente diminuem a prática de atividade física e o gasto de energia.


Recomendações da DNA Pets: As necessidades nutricionais variam para filhotes, adultos e idosos. Portanto, opte por uma fórmula apropriada para a idade do animal. Recomendamos que distribua as refeições usando um copo medidor padrão e reduza as quantidades se o seu animal estiver ganhando peso. Além disso, fique de olho em quantas guloseimas você está dando a ele. Como orientação, os petiscos não devem representar mais de 10% das calorias diárias de um pet. Além das refeições, certifique-se de que há água fresca e limpa disponível o tempo todo. Conhecendo a predisposição genética do seu animal, relacionada ao aumento do apetite, ofereça uma rotina alimentar com as calorias necessárias de acordo com a demanda, aliada à realização de exercícios físicos, proporcionando ao animal, um quadro de déficit calórico, caso o pet esteja ganhando peso. Lembre-se de consultar um médico veterinário de confiança para passar as orientações necessárias a respeito do ganho de peso e quantidade de alimento necessária.



Aptekmann, K. P., Mendes Junior, A. F., Passo, C. B., Secchin, M. C. & Galeas, M. A. V. (2014a). Comparação dos diferentes métodos de avaliação corporal em felinos. Brazilian Journal of Veterinary Medicine, 36(2):215-218.

Aptekmann, K. P., Suhett, W. G., Junior, A. F. M., Souza, G. B., Tristão, A. P. P. A., Adams, F. K. & Tinucci-Costa, M. (2014b). Aspectos nutricionais e ambientais da obesidade canina. Ciência Rural, 44(11):2039-2044.

Carciofi, A. C. (2005). Obesidade e suas conseqüências metabólicas e inflamatórias em cães e gatos. Jaboticabal.

German, A. J. (2006). The growing problem of obesity in dogs and cats. The Journal of Nutrition, 136(7):1940S-1946S.

Guimarães, A. L. N. & Tudury, E. A. (2006). Etiologias, conseqüências e tratamentos de obesidades em cães e gatos–revisão. Veterinária Notícias, 12(1):29-41.


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